Confesso aqui: ao elaborar este blog e meu site, pensei apenas em uma alternativa profissional de sair do ramo do jornal impresso, com seus incômodos naturais de elaboração, montagem, impressão, comercialização e distribuição.
Aprendi a editorar no PageMaker e fazia até muito bem o trabalho. Um dia me incomodou o fato de ficar nas mãos de pessoas para distribuir, algumas de muito má vontade. Poderia entregar para uma distribuidora, mas teria de ter uma distribuição compensadora, coisa inexistente num jornal quinzenal.
Depois, sabido é que um jornal, semanal, quinzenal, mensal ou diário, precisa de uma estrutura, por mínima que seja.
Incomodado, parti para a Internet. No começo, desconfortantes 300 acessos por mês. Mais adiante, 400, 500, 700. Na primeira fase, muito primária, sem fotos, sem interação, sem arte mais sofisticada, sem um provedor específico, quase desisti.
Um dia, falando com o pessoal da Cumetech, hoje Ageweb, negociamos a estruturação de um site profissional, respeitável, com tudo a que se tem direito.
Capengando daqui e dali, a coisa andou. Começamos com 1.000 acessos por mês. Um dia, o crescimento foi acontecendo e, de repente, lá estava eu, surpreso, com 2.000 e 3.000 acessos por mês.
O Tiago Fazio, gestor da Ageweb, me dizia, profetizando: "Vamos passar dos 10 mil acessos por mês".
Eu achava aquilo meio utópico, meio doido. Pois passaram-se cinco meses depois dessa profecia e, vejam só, chegamos aos 10 mil e passamos. Hoje superamos os 15 mil acessos por mês fácil, fácil.
Nesse interim, montei este blog, que edito simultaneamente, com uma paginação padrão do Google. Aqui, algumas coisas são publicadas de igual para igual, outras não, são específicas do site e do blog.
No blog, os acessos chegam a 10.000 acessos quando a coisa tá ruim. Mas já passamos dos 20 mil na época da eleição e na época das enchentes. O normal é 10.000 acessos, na média.
Chegamos a 36 mil acessos em ambos, em novembro, por causa da cobertura da eleição e das enchentes.
Pois agora, o site se tornou uma espécie de trincheira. Nele se emitem opiniões de todos os tipos e para todos os gostos. Nele há hostilidades, desaforos, fanatismos, inteligências, discordâncias e concordâncias, preferências políticas e partidárias demonstradas claramente e outras nem tanto, amores e desamores - mas, sem dúvida e graças a Deus, muita participação.
Há os internautas permanentes, assíduos e centradíssimos e há os fortuitos, os eventuais. Entre muitos deles, a pegação de pé é grande. São divergências por muitos motivos e até por nenhum motivo.
Agora, vejam só, posto aqui matérias críticas e sou criticado por criticar. Leitores querem manifestar suas opiniões e não querem que eu os conteste ou critique suas posições, tanto quanto eles o fazem com as minhas. Querem opinar ou criticar e não querem ser contestados.
É uma reação anacrônica com a defesa da liberdade de opinião que muitos alardeiam. Liberdade de opinião não é caminho de mão única. Fosse assim, bastaria bloquear participações e, egoisticamente, ficar só pra mim o espaço. Seria uma burrice inominável, pois perderia o interesse.Tenho plena consciência de que o sucesso do site se deve à sua maneira de conduzir e permitir.
A graça está justamente nisso: poder dizer e ter que ouvir. Brigar, até resmungar, reclamar, se enfezar, dar vontade de esganar, mas dizer e ouvir.
O dizer e o ouvir são fabulosos, quando se sabe conviver com eles.
Para terminar, é assim: repito que não me incomoda ser chamado de invejoso, rabugento, emburrado, grosseiro, ou seja lá mais o que de que já me chamaram, no calor da campanha eleitoral (alguns "títulos" desaforados como "vendido", "mercenário", "mamador de teta oficial" e outros mais).
O que me incomoda é burrice, falta de educação, deslealdade e fanatismo exacerbado.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Um projeto que deu certo
Uma mensagem do blog e do blogueiro para o seu melhor 2009
Coma os Morangos
Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore.
Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente.
Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.
Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perde-la na sua boca. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo.
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas dourados refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento.
Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso. Talvez você me pergunte:
Mas, e o urso? Dane-se o urso e coma os morangos! E as onças? Azar das onças; coma os morangos!
Às vezes, você está em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, seu (a) esposa (o) lhe diz:
Meu bem, relaxe e aproveite o domingo! E você, chateado (a), responde:
Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?
Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango. Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida, é importante saber comer os morangos, sempre. A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Você pode argumentar:
Eu tenho muitos problemas para resolver. Problemas não impedem ninguém de ser feliz. O fato de seu chefe ser um chato não é motivo para você deixar de gostar de seu trabalho. O fato de sua mulher estar com tensão pré-menstrual não os impede de tomar sorvete juntos. O fato de o seu filho ir mal na escola não é razão para não dar um passeio pelo campo. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade para experimentar algo tão saboroso.
Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. Mas o importante é saber aproveitar o morango, porque o urso e a onça não dão tempo para aproveitar.
Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é ilusão que sempre será diferente do que imaginamos. As pessoas vêem o sucesso como uma miragem. Como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança.
As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixarão felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias.
A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você. A felicidade é algo que vive dentro de você, de seu coração. A felicidade é a oportunidade que você cria para ser o artista de sua autocriação.
Torço para que você descubra sua maneira de ser feliz!
(Autor Desconhecido)
Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore.
Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente.
Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.
Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perde-la na sua boca. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo.
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas dourados refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento.
Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso. Talvez você me pergunte:
Mas, e o urso? Dane-se o urso e coma os morangos! E as onças? Azar das onças; coma os morangos!
Às vezes, você está em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, seu (a) esposa (o) lhe diz:
Meu bem, relaxe e aproveite o domingo! E você, chateado (a), responde:
Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?
Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango. Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida, é importante saber comer os morangos, sempre. A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Você pode argumentar:
Eu tenho muitos problemas para resolver. Problemas não impedem ninguém de ser feliz. O fato de seu chefe ser um chato não é motivo para você deixar de gostar de seu trabalho. O fato de sua mulher estar com tensão pré-menstrual não os impede de tomar sorvete juntos. O fato de o seu filho ir mal na escola não é razão para não dar um passeio pelo campo. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade para experimentar algo tão saboroso.
Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. Mas o importante é saber aproveitar o morango, porque o urso e a onça não dão tempo para aproveitar.
Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é ilusão que sempre será diferente do que imaginamos. As pessoas vêem o sucesso como uma miragem. Como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança.
As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixarão felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias.
A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você. A felicidade é algo que vive dentro de você, de seu coração. A felicidade é a oportunidade que você cria para ser o artista de sua autocriação.
Torço para que você descubra sua maneira de ser feliz!
(Autor Desconhecido)
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