terça-feira, 2 de junho de 2009
Catarinense entre as vítimas do Air Bus acidentado
Restou o carinho de parentes e amigos para amenizar a sensação de angústia, saudade e dor do casal Valdir Possamai, 58 anos, e Jucelda Daminelli Possamai, 54 anos, pais de Deise Possamai, 34 anos. A catarinense está entre os passageiros do Airbus A330, da empresa Air France, que desapareceu no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo. O vôo 447 partiu domingo do Rio de Janeiro e tinha como destino a cidade de Paris. "Vi minha filha pela última vez às 17h de sábado, quando a levei na rodoviária de Criciúma para pegar um ônibus com destino a Florianópolis", conta Valdir.
Natural de Rio Cedro Médio, interior de Nova Veneza, Deise era formada em Direito, Administração de Empresas e trabalhava há nove anos no setor de tributos da prefeitura de Criciúma. O pai afirma que a alegria de viver e a busca constante por melhores estudos são as qualidades que mais lhe trazem lembranças da filha. "Ela sempre quis obter conhecimento. Estudava outras línguas. Enfim, a todo o momento estava se reciclando", diz. Os planos de Deise, segundo o pai, era de permanecer um ano na França, onde faria um curso em Paris.
A mãe de Deise foi a última pessoa da família a manter contato, por telefone, com a filha, que já havia viajado quatro vezes para a Itália. "Nos falamos às 18h de domingo, quando ela estava no aeroporto do Rio de Janeiro, uma hora antes do embarque para Paris", conta dona Jucelda. O pai recorda que a filha disse que iria ficar fora do país até dezembro. "Na rodoviária, quando nos despedimos, ela me disse que retornaria ao Brasil no fim do ano, e que era só mais uma de suas viagens", disse Valdir. A família da vítima aguarda o desfecho sobre as buscas aos destroços da aeronave. (Do Jornal A Tribuna, de Criciúma)
Natural de Rio Cedro Médio, interior de Nova Veneza, Deise era formada em Direito, Administração de Empresas e trabalhava há nove anos no setor de tributos da prefeitura de Criciúma. O pai afirma que a alegria de viver e a busca constante por melhores estudos são as qualidades que mais lhe trazem lembranças da filha. "Ela sempre quis obter conhecimento. Estudava outras línguas. Enfim, a todo o momento estava se reciclando", diz. Os planos de Deise, segundo o pai, era de permanecer um ano na França, onde faria um curso em Paris.
A mãe de Deise foi a última pessoa da família a manter contato, por telefone, com a filha, que já havia viajado quatro vezes para a Itália. "Nos falamos às 18h de domingo, quando ela estava no aeroporto do Rio de Janeiro, uma hora antes do embarque para Paris", conta dona Jucelda. O pai recorda que a filha disse que iria ficar fora do país até dezembro. "Na rodoviária, quando nos despedimos, ela me disse que retornaria ao Brasil no fim do ano, e que era só mais uma de suas viagens", disse Valdir. A família da vítima aguarda o desfecho sobre as buscas aos destroços da aeronave. (Do Jornal A Tribuna, de Criciúma)
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