A Facisc - Federação das Associações Comerciais e Industriais de Santa Catarina - criou um "deputadômetro", a fim de, pretensamente, medir a qualidade dos nossos ilustres parlamentares estaduais. Uns gostaram. Outros não. Dentre eles, Dado Cherem, líder do PSDB, e Joares Ponticelli, líder do PP. Eles dispararam, da tribuna da Assembleia, um irritado desafio, propondo, quem sabe, a criação de um "sonegômetro" (Dado Cherem) e afirmando que "muitos empresários da Facisc não resistiriam a uma mínima investigação fiscal" (Ponticelli). Pegou mal.
Alguém sugeriu: ante as afirmações categóricas dos deputados, algo teria que ser feito para dirimir o mal-estar - ou os deputados apontam os nomes daqueles que consideram potenciais sonegadores ou a Facisc cobra que o digam, sob pena de todos os empresários serem colocados num só balaio de desconfiança.
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